Um dia olhando para o céu, vi a mente de um poeta, uma porta aberta aos sonhos, uma fonte de palavras entre vírgulas, pontos, parágrafos, e entrelinhas muitas interrogações vagando na dança do poema, certamente iam-se formando frases, fecundando parábolas sobre a batuta do pensamento, as sementes em lágimas florando versos, rimas e contos, na mais pura melancolia sempre a espera de uma inspiração que possa estremecer a face lírica das canções, pulsando no palco da dramatização escrita, toda essa lucidez espalhada em forma de reticência puramente ingênua, que subtrai da consciência imensos resíduos literários, sendo a mais minúsculas consciência celestial em consonância com o mundo da linguagem pura, em busca de reflexões emergida na concepção lúcida do cérebro, uma escritura para posteridade, um acervo cultural da batalha de pensamentos que resistem bravamente dando ênfase aos poemas ao longo dos tempos ! ...