
Frutos as Vésperas
Fonte do nada, pequenas folhas embutidas no ar,
Cresce ao relento, depois aparece na ceia sagrada,
Com as mãos enrugadas, contemplo seu fruto ornado,
Breando na boca, ficando o cheiro da safra,
Nem de graça a fome escapa,
Fartura por época, que nada,
Já degustei o que esta terra fértil me deu,
Assim como eu, muitos irão te doar,
Os punhos na roça, pra te germinar !
Wander Gomes
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