Naveguei sobre as ondas no porão,
em um barco fértil de humanos
curiosos, murmúrios de tribos em
separados, lançavam palavras, que
o vento soprava nos meus ouvidos,
e o tímpano estonteado, esbravejava
na solidão. Sem entender nada, ancorei
meus pensamentos na paciência da maré,
que em borbulhos seguia deslizando suas
ondas na carcaça de um velho companheiro
que insistia em me entender. Sóbrio,
mas bêbado do vai e vem sobre o remanso,
estiquei os braços e farejei com as mãos,
um raio de luz que encantava as viagens
dos antigos marujos...seguirei essa história...
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